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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Caiu! caiu a grande Babilônia...

“Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável”. Apocalipse, 18.2.

Tomei conhecimento hoje da publicação de um livro que, sinceramente, espanta-me surgir sem qualquer reação por parte da Igreja Católica, pelo menos até agora e que seja de meu conhecimento. O título é, só por si, bastante sugestivo: 'Os Papas e o Sexo'. Mas mais ainda, são os relatos que contém!

Esta obra surge numa altura em que um pouco por todo o mundo vêm sendo divulgadas notícias de abusos sexuais escandalosos por parte de sacerdotes católicos e - mais grave ainda, como já referi anteriormente - do encobrimento que as altas cúpulas católicas patrocinaram. Até as visitas de estado de Bento XVI têm sido perturbadas com esta questão.

Socorro-me, na íntegra, da notícia do Jornal i para que tenha também um vislumbre do conteúdo deste livro.

"São mais de 300 páginas com centenas de histórias pouco santas sobre a vida sexual dos Papas da Igreja Católica. O livro do jornalista peruano Eric Frattini, recém-chegado às livrarias portuguesas e editado pela Bertrand, percorre, ao longo dos séculos, a intimidade secreta de papas e antipapas, mas não pretende causar "escândalo". Apenas "promover uma reflexão sobre a necessária reforma da Igreja ao longo dos tempos".

O escritor admite, aliás, que alguns dos relatos possam ter sido inventados, nas diferentes épocas, por inimigos políticos dos sumos pontífices. Lendas ou verdades consumadas, no livro "Os Papas e o sexo" há de tudo. Desde Papas violadores e zoofílicos a Papas homossexuais e fetichistas, além de Santos Padres incestuosos, pedófilos ou sádicos, passando por Papas filhos de Papas e Papas filhos de padres.

Alguns morreram assassinados pelos maridos das amantes em pleno acto sexual. Outros foram depostos do cargo, julgados pelas suas bizarrias sexuais e banidos da história da Igreja. Outros morreram com sífilis, como o Papa Júlio II, eleito em 1503, que ficou na história por ter inventado o primeiro bordel gay de que há memória.

Bonifácio IX deixou 34 filhos, a que chamava, carinhosamente, de "adoráveis sobrinhos". Martinho V encomendava contos eróticos, que gostava de ler no recolhimento do seu quarto.

Paulo II era homossexual e Listo IV, que cometeu incesto com os sobrinhos, bissexual. Inocêncio VIII reconheceu todos os filhos que fez e levou-os para a Santa Sé. Um deles tornou-se violador. João XI (931-936) cometeu incesto com a própria mãe, violava fiéis e organizava orgias com rapazes.

Sérgio III teve o infortúnio de se apaixonar por mãe e filha e não esteve com meias medidas: rendeu-se à prática da ménage à trois. Bento V só esteve no Governo da Igreja 29 dias, por ter desonrado uma rapariga de 14 anos durante a confissão. Depois de ser considerado culpado, fugiu e levou boa parte do tesouro papal consigo.

João XIII era servido por um batalhão de virgens, desonrou a concubina do pai e uma sobrinha e comia em pratos de ouro enquanto assistia a danças de bailarinas orientais. Os bailes acabaram quando foi assassinado pelo marido de uma amante em pleno acto sexual. Silvestre II fez um pacto com o diabo. Era ateu convicto e praticava magia. Acabou envenenado.

Dâmaso I, que a Igreja canonizou, promovia homens no ciclo eclesiástico, sendo a moeda de troca poder dormir com as respectivas mulheres. Já o Papa Anastácio, que tinha escravas, teve um filho com uma nobre romana, que se viria a tornar no Papa Inocêncio I (famoso pelo seu séquito de raparigas jovens). Pai e filho acabaram canonizados.

Leão I era convidado para as orgias do Imperador, mas sempre se defendeu, dizendo que ficava só a assistir. Mesmo assim, engravidou uma rapariga de 14 anos, que mandou encerrar num convento para o resto da vida. Bento VIII morreu com sífilis e Bento IX era zoófilo. Urbano II criou uma lei que permitia aos padres terem amantes, desde que pagassem um imposto.

Alexandre III fazia sexo com as fiéis a troco de perdões e deixou 62 filhos. Foi expulso, mas a Igreja teve de lhe conceder uma pensão vitalícia, para poder sustentar a criançada.

Gregório I gostava de punir as mulheres pecadoras, despindo-as e dando-lhes açoites. Bonifácio VI rezava missas privadas só para mulheres e João XI violou, durante quatro dias, uma mãe e duas filhas. Ao mesmo tempo.

1. João Paulo II
Acusado de ter um filha secreta

Em 1995, o norte-americano Leon Hayblum escrevia um livro polémico, em que dizia ser pai da neta de João Paulo II. Durante a oupação nazi da Polónia, Wojtyla terá casado, secretamente, com uma judia. Do enlace nasceu uma rapariga, que o próprio pai entregou, com seis semanas, a um convento local. No seu pontificado especulou-se muito sobre as namoradas que teve antes do sacerdócio. O Papa admitiu algumas, mas garantiu nunca ter tido sexo. No Vaticano, fazia-se acompanhar por uma filósofa norte-americana, Anna Teresa Tymieniecka, com quem escreveu a sua maior obra filósofica. Acabaram zangados, supostamente por ciúmes.

2. Paulo VI
Homossexual?

Assim que chegou ao Vaticano, Paulo VI mostrou-se muito conservador em relação às matérias ligadas à sexualidade. Em 1976, indignado com as declarações homofóbicas de Paulo VI, um historiador e diplomata francês, Roger Peyrefitte, contou ao mundo que, afinal, o Papa era homossexual e manteve uma relação com um actor conhecido. O escândalo foi tremendo: Paulo VI negou tudo e o Vaticano chegou a pedir orações ao fiéis do mundo inteiro pelas injúrias proferidas contra o Papa. Paulo VI morreu em 1978, aos 81 anos, depois de 15 pontificado, vítima de um edema pulmonar causado, em boa parte parte, pelos dois maços de cigarros que fumava por dia.

3. Inocêncio X
Amante da cunhada

Eleito no conclave de 1644, Inocêncio X manteve uma relação com Olímpia Maidalchini, viúva do seu irmão mais velho – facto que lhe rendeu o escárnio das cortes da Europa. Inocêncio X não era, aliás, grande defensor do celibato. Olímpia exercia grande influência na Santa Sé e chegou a assinar decretos papais. A dada altura, o Papa apaixonou-se por outra nobre, Cornélia, o que enfureceu Olímpia. Mesmo assim, foi a cunhada quem lhe valeu na hora da morte e quem assegurou o funcionamento do Vaticano quando Inocêncio estava moribundo. Quando morreu, em 1655, Olímpia levou tudo o que pôde da Santa Sé para o seu palácio em Roma, com medo de que o novo Papa não a deixasse ficar com nada.

4. Leão X
Morreu de sífilis

Foi de maca para a própria coroação, por causa dos seus excessos sexuais. Depois de Júlio II ter morrido de sífilis, em 1513 chega a Papa Leão X, que gostava de organizar bailes, onde os convidados eram somente cardeais e onde jovens de ambos os sexos apareciam com a cara coberta e o corpo despido. O Papa gostava de rapazes novos, às vezes vestia-se de mulher e adorava álcool. “Quando foi eleito tinha dificuldade em sentar-se no trono, devido às graves úlceras anais de que sofria, após longos anos de sodomia”, escreve Frattini. Estes e outros excessos levaram Lutero a afixar as suas 95 teses – que lhe garantiram a excomunhão em 1521. Leão X morreu com sífilis aos 46 anos.

5. Alexandre VI
O Insaciável

Gostava de orgias e obrigou um jovem de 15 anos a ter sexo com ele sete vezes no espaço de uma hora, até o rapaz morrer de cansaço. Teve vários filhos, que nomeou cardeais. Assim que chegou ao Papado, em 1431, trocou a amante por uma mais nova, Giulia. Ela tinha 15 anos, ele 58. Foi Alexandre VI quem criou a célebre “Competição das Rameiras”. No concurso, o Papa oferecia um prémio em moedas de ouro ao participante que conseguisse ter o maior número de relações sexuais com prostitutas numa só noite. Depois de morrer, o Vaticano ordenou que o nome de Alexandre VI fosse banido da história da Igreja e os seus aposentos no Vaticano foram selados até meados do século XIX.

6. João XXIII
Violou irmãs e 300 freiras

Não aparece na lista oficial de Papas e acabou preso em 1415. O antipapa conseguia dinheiro a recomendar virgens de famílias abastadas a conventos importantes. Mas violava-as antes de irem. Tinha um séquito de 200 mulheres, muitas delas freiras. Criou um imposto especial para as prostitutasde Bolonha. Tinha sexo com duas das suas irmãs. Defendia-se, dizendo que não as penetrava na vagina e que por isso não cometia nenhum pecado. Foi julgado, acusado de 70 crimes de pirataria, assassinato, violação, sodomia e incesto. Entre outros factos, o tribunal deu como provado que o Papa teve sexo com 300 freiras e violou três das suas irmãs. Foi deposto do cargo e preso. Voltou ao Vaticano, anos mais tarde, como cardeal.

7. Bento IX
Sodomizava animais

Chegou a Papa em 1032 com 11 anos. Bissexual, sodomizava animais e foi acusado de feitiçaria, satanismo e violações. Invocava espíritos malignos e sacrificava virgens. Tinha um harém e praticava sexo com a irmã de 15 anos. Gostava, aliás, de a ver na cama com outros homens. “Gostava de a observar quando praticava sexo com até nove companheiros, enquanto abençoava a união”, escreve Eric Frattini. Convidava nobres, soldados e vagabundos para orgias. Dante Alighieri considerou que o pontificado de Bento IX foi a época em que o papado atingiu o nível mais baixo de degradação. Bento IX cansou-se de tanta missa e renunciou ao cargo para casar com uma prima – que o abandonaria mais tarde.

8. Clemente VI
Comprou bordel

Em 1342, com Clemente VI chega também à Igreja Joana de Nápoles, a sua amante favorita. O Papa comprou um “bordel respeitável” só para os membros da cúria – um negócio, segundo os documentos da época, feito “por bem de Nosso Senhor Jesus Cristo”. Tornou-se proxeneta das prostitutas de Avinhão (a quem cobrava um imposto especial) e teve a ideia de conceder, duas vezes por semana, audiências exclusivamente a mulheres. Recebia as amantes numa sala a poucos metros dos espaços em que os verdugos da Inquisição faziam o seu trabalho. No seu funeral, em Avinhão, foi distribuído um panfleto em que o diabo em pessoa agradecia ao Papa Clemente VI porque, com o seu mau exemplo, “povoara o inferno de almas”.

9. Xisto III
Violou freira e foi canonizado

Obcecado por mulheres mais novas, foi acusado de violar uma freira numa visita a um convento próximo de Roma. Enquanto orava na capela, o Papa, eleito em 432, pediu assistência a duas noviças. Violou uma, mas a segunda escapou e denunciou-o. Em tribunal, Xisto III defendeu-se, recordando a história bíblica da mulher que foi apanhada em adultério. Perante isso, os altos membros eclesiásticos reunidos para condenar o Papa-violador não se atreveram a “atirar a primeira pedra” e o assunto foi encerrado. Xisto III foi, aliás, canonizado depois de morrer. Seguiu-se-lhe Leão I, que também gostava de mulheres mais novas e que mandou encarcerar uma rapariga de 14 anos num convento, depois de a engravidar.

10. João XII
Morto pelo marido da amante

Nos conventos rezava-se para que morresse. João XII era bissexual e obrigava jovens a ter sexo à frente de toda a gente. Gozava ao ver cães e burros atacar jovens prostitutas. Organizou um bordel e cometeu incesto com a meia-irmã de 14 anos. Raptava peregrinas no caminho para lugares sagrados e ordenou um bispo num estábulo. Quando um cardeal o recriminou, mandou-o castrar. Um grupo de prelados italianos, alemães e franceses julgaram-no por sodomia com a própria mãe e por ter um pacto com o diabo para ser seu representante na Terra. Foi considerado culpado de incesto e adultério e deposto do cargo, em 964. Foi assassinado – esfaqueado e à martelada – em pleno acto sexual pelo marido de uma das suas várias amantes."


"
Diz a Sagrada Escriturta: "pelos frutos, os conhecereis" (Mateus 7:20). À luz deste texto, pergunto: representantes de Deus na terra? Possuidores de infalibilidade? Só em pura imaginação...

Publicada por Filipe Reis

Etiquetas: Igreja Católica, Mundo, Sociedade


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

FÁBULAS DOS EVOLUCIONISTAS

Como certa vez observado por um proeminente cientista, a evolução é um conto de fadas para adultos. Ela constitui um cenário totalmente não-científico e irracional, que sugere que a matéria inerte possui algum tipo de poder mágico einteligência para criar formas de vida complexas.
Esta longa história contém algumas fábulas bastante interessantes sobre alguns assuntos específicos. Uma dessa fábulas evolucionistas curiosas é a que fala da “evolução da baleia”, que foi publicada na revista National Geographic, amplamente respeitada como uma das mais sérias publicações de divulgação científica do mundo:

A ascendência da baleia até atingir seu enorme tamanho aparentemente começou há 60 milhões de anos, quando mamíferos quadrúpedes peludos, procurando alimento ou abrigo, aventuraram-se mar a dentro. Ao se passarem os éons de tempo, ocorreram lentamente alterações. As patas traseiras desapareceram, as dianteiras transformaram-se em nadadeiras, os pelos deram lugar a um espesso manto liso de gordura,
as narinas deslocaram-se para o alto da cabeça, a cauda alargou-se formando caudas estriadas e, flutuando no mundo aquático, o corpo tornou-se enorme. (1) Além do fato de que não há sequer uma base científica para cada uma dessas afirmações,
ocorrências como essas contrariam também os princípios da natureza. Esta fábula publicada na National Geographic é notável por ser indicativa da extensão das falsidades publicadas em revistas evolucionistas aparentemente sérias.

Outra fábula dos evolucionistas digna de nota é sobre a origem dos mamíferos.

Os evolucionistas defendem que os mamíferos se originaram de um réptil ancestral. Porém, quando chegam a explicar os detalhes dessa suposta transformação, surgem interessantes
narrativas. Aqui está uma delas:

Alguns dos répteis das regiões mais frias começaram a desenvolver um método de manter quente o seu corpo. A sua geração de calor aumentou no frio, e sua perda de calor diminuiu quando as escamas se tornaram menores e mais ponteagudas, e evoluíram tornando-se pelos. O suor foi também uma adaptação para regular a temperatura do corpo, um dispositivo para resfriar o corpo quando necessário, pela evaporação de água. Incidentalmente, porém, os filhotes desse réptil começaram a sugar o suor da mãe, para se alimentarem. Certas glândulas sudoríferas começaram a secretar um fluído cada vez mais rico, que em seguida tornou-se leite. Assim, os filhotes desses primeiros mamíferos puderam ter melhores condições no início de sua vida. (2)

A idéia de que um alimento tão bem planejado como o leite pudesse originar-se de glândulas sudoríferas e todos os outros detalhes acima são exatamente produções bizarras da imaginação evolutiva, sem qualquer base científica.

(1) Victor B. Scheffer, “Exploring the Lives of Whales”, National Geographic, vol. 50, Dezembro
1976, p. 752.
(2) George Gamow, Martynas Ycas. “Mr. Tompkins Inside Himself”, Londres: Allen &. Unwi, 1968,
p. 149.


Do livro ''Engano do Evolucionismo'' por Harun Yahya

domingo, 6 de junho de 2010

CELIBATO - escândalos não acabam

O Vaticano defende o celibato dos padres, apesar das críticas à abstinência sexual feitas por teólogos e analistas, que citam esse comportamento como uma das causas da pedofilia após os recentes casos denunciados na Alemanha, Irlanda, Áustria e Holanda.
"O celibato sacerdotal é um dom do Espírito Santo que exige ser vivido e compreendido com um sentimento de plenitude e gozo, com uma relação total com o Senhor", afirmou o cardeal brasileiro Claudio Hummes, prefeito da Congregação para o Clero, ao abrir uma conferência teológica sobre o tema "A fidelidade de Cristo, a fidelidade do religioso". "É uma relação única e privilegiada com Deus, que converte o sacerdote em uma testemunha autêntica da paternidade espiritual", completou. O debate sobre o celibato voltou à tona depois que dois renomados teólogos, o suíço Hans Küng e o alemão Eugen Drewermann (ambos destituídos pelo Vaticano), chamaram de "desumana" a obrigação de privar os clérigos católicos de uma vida sexual e apontaram esse comportamento como uma das causas da pedofilia. O arcebispo de Viena, o cardeal Christoph Schönborn, que disse não entender o questionamento à regra do celibato dos padres, afirmou na quarta-feira que a Igreja Católica precisa se questionar sobre as razões que levaram religiosos a cometer atos de pedofilia.

As denúncias em Irlanda, Alemanha, Áustria e Holanda somam mais de 500 casos sem contar o resto do mundo e envolvem longos períodos, o que comoveu a sociedade com os depoimentos de vítimas de abusos cometidos nos últimos 30 a 40 anos por religiosos. O cardeal pediu que sejam levadas em consideração as consequências da "revolução sexual de 1968" para a formação e educação dos padres, assim como do "celibato" no desenvolvimento pessoal do religioso. Várias organizações laicas católicas, entre elas o movimento internacional "Somos Igreja", além de associações de ex-padres casados, solicitam há muitos anos o fim da tradição. Desde o início, no século IV, a Igreja Católica institucionalizou a castidade e o celibato com uma ordem do Papa, ou seja, humana. Por este motivo, outras igrejas cristãs não praticam a abstinência sexual e o celibato.

Fonte: Notícias Yahoo

Depois, ainda aparecem aqui pessoas – escrevendo para o site IASD Em Foco, raivosas – dizendo que nós estamos fazendo ataques cruéis à Igreja Católica Romana – “a primeira Igreja”, “a única Igreja verdadeira”, etc. Nós simplesmente divulgamos o que a mídia divulga, por sinal menos de 1% do que é veiculado sobre essa Igreja e sobre as demais; isso é feito sempre com o objetivo de confrontar a notícia com o “está escrito” – aquilo que a Bíblia afirma sobre o assunto. Nesse caso específico, a Bíblia em lugar algum destaca ou louva o celibato para a maioria das pessoas ou mesmo para uma “casta” sacerdotal. Ao contrário, a Bíblia louva o casamento:

Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hebreus 13:4).

Quanto à questão de permanecer solteiro – e casto, onde mora a dificuldade – a Bíblia mostra que é uma questão da pessoa, do próprio indivíduo e jamais uma imposição doutrinária para quem quer que seja: “Disseram-lhe os discípulos: Se essa é a condição do homem relativamente à sua mulher, não convém casar. Jesus, porém, lhes respondeu: Nem todos são aptos para receber este conceito, mas apenas aqueles a quem é dado. Porque há eunucos de nascença; há outros a quem os homens fizeram tais; e há outros que a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do reino dos céus. Quem é apto para o admitir, admita” (Mateus 19: 10-12).

Quanto ao que me escrevestes, é bom que o homem não toque em mulher; mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada um, o seu próprio marido” (I Coríntios 7:1-2).

A Bíblia recomenda quanto aos líderes religiosos: “Fiel é a palavra: Se alguém aspira ao episcopado [antigo pastorado], excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher...” (I Timóteo 3:1-2).

No geral, a recomendação bíblica, sancionada pelo próprio Senhor Jesus, é esta: “Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne?” (Mateus 19:4-5).

Concluindo, é por tudo isso que o jornalista acertou na mosca ao afirmar: “Desde o início, no século IV, a Igreja Católica institucionalizou a castidade e o celibato com uma ordem do Papa, ou seja, humana. Por este motivo, outras igrejas cristãs não praticam a abstinência sexual e o celibato”. Numa só palavra: Tradição! Esta Igreja – e não apenas ela, muitas outras: Vejam a questão do dia de guarda (Êxodo 20:8-11) – construiu o seu corpo doutrinário e sistema de crenças não em cima da Bíblia, a infalível Palavra de Deus, mas, sim, em cima das tradições, palavras de homens. A Bíblia já condenava esse tipo de atitude há quase 20 séculos:

“Ele, porém, lhes respondeu: Por que transgredis vós também o mandamento de Deus, por causa da vossa tradição? [...] Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim. E em vão Me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mateus 15:3, 8 e 9).

Comentários do 7Com News

sábado, 5 de junho de 2010

A Onda da Licenciosidade

A característica predominante da vida moderna é a preocupação por sexo, a entrega das massas aos sentimentos de impureza. A licenciosidade é o pecado dessa época. Nunca a imoralidade ergueu sua deformada cabeça como agora.

A preocupação por sexo, a impureza, caracteriza a literatura. Esse estado de coisas caracteriza as produções de artes. Nas canções modernas o tema é o sexo, o amor ilícito, a impureza. A mesma coisa pode dizer a respeito dos filmes cinematográficos e as novelas de TV. As capas e conteúdo de um sem número de revistas, as propagandas comercias, tudo respira sexo. Já não bastasse as paixões infames, hoje as mulheres e os homens mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro contrário à natureza. Os homens deixam o contato natural da mulher e se inflamam mutuamente em sua sensualidade cometendo torpeza, homens com homens e mulher com mulher, com disposição mental reprovável e práticas inconvenientes, cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídios, contendas, dolo e malignidade; sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventadores de males, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia, sabidos de sentença de morte perante Deus os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem – Romanos cap. 1 vs 26 a 32.

Graves males decorrem da impureza e licenciosidade, comprovam os especialistas.
A licenciosidade tem sido causa da queda de povos e o desaparecimento de civilizações. É em razão disso que Gandhi afirmou: “O futuro é para as nações que são castas”. As estatísticas comprovam que a licenciosidade tem arruinado milhões de lares nos nossos dias, e está comprometendo o futuro de dezenas de milhões de crianças.

No carnaval a exemplo, vemos homens que durante o ano apresentam um posto solene e sério e por vezes majestoso no comércio, na indústria, nos gabinetes profissionais ou escritórios, nos dias dessa festa popular em que os sentidos dominaram até mesmo a razão transmudam-se, brincam, pulam, e até chegam a cair no ridículo de bebedeira ou de fantasias de mau gosto. É o povo em fuga. Fuga dos seus problemas, de suas dores e decepções. Mas é uma fuga enganosa, pois passados os dias de folia, os problemas advindos da festa da carne são acrescentados aos demais já existentes.

Diante disso, melhor seria que o homem procurasse uma fuga para resolver seus problemas, através de um meio seguro que traga soluções para seus inúmeros desencantos

Mas o maior dos males que este estado de coisas acarreta é a reprovação divina. A impureza e a licenciosidade são ofensivas a Deus. Ele fez conhecida a Sua reprovação pelo mandamento: “Não adulterarás”. Êxodo 20 verso 14.

Esta avassaladora onda de licenciosidade que varre o mundo é também um sinal dos tempos. Assim foi com a geração de Noé. E assim será no nosso tempo, disse Jesus em São Mateus 24 verso 37. O grande pecado de hoje mostra a proximidade do fim, proclama que o dia do Senhor está perto. Por isso, entrega a tua vida a Cristo e Ele te fará puro e aprovado para o Seu reino eterno.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O Documento Decisivo que Mostra que a Homossexualidade Está na Raiz da Crise de Abuso Sexual

John-Henry Westen
19 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um documento de leitura obrigatória produzido por Brian Clowes, diretor de pesquisas de Human Life International (Vida Humana Internacional), resolveu definitivamente a questão se a homossexualidade no sacerdócio é a origem da crise de abuso sexual no clero. Citando numerosos estudos e pesquisas, Clowes prova que a homossexualidade tem ligação forte com o abuso sexual de menores, e que o celibato não é definitivamente uma das causas da pedofilia.
Clowes cita estudos, inclusive:

— O homossexual Alfred Kinsey, o supremo pesquisador sexual dos EUA, revelou em 1948 que 37 por cento de todos os homens homossexuais confessaram ter tido sexo com crianças abaixo de 17 anos.

— Um recente estudo publicado na revista Archives of Sexual Behavior (Arquivos de Conduta Sexual) revelou que “A melhor evidência epidemiológica indica que só 2,4% dos homens que têm atração por adultos preferem homens. Em contraste, entre 25 e 40% dos homens que sentem atração por crianças preferem meninos. Portanto, o índice de atração homossexual é de 6 a 20 vezes mais elevado do que entre pedófilos”.

— Um estudo em Archives of Sexual Behavior revelou que “A pedofilia parece ter uma associação muito mais do que casual com outros dois fenômenos estatisticamente infreqüentes. O primeiro desses é a homossexualidade… Pesquisas recentes estimam a preponderância da homossexualidade, entre homens que têm atração por adultos, na faixa dos 2%. Em contraste, a preponderância da homossexualidade entre pedófilos pode ser tão elevada quanto 30-40%”.

— Um estudo na Revista de Pesquisa Sexual observou que “… a proporção de criminosos sexuais contra crianças do sexo masculino entre homens homossexuais é significativamente maior do que a proporção de criminosos sexuais contra crianças do sexo feminino entre homens heterossexuais… o desenvolvimento da pedofilia está mais intimamente ligado à homossexualidade do que à heterossexualidade”.

— Um estudo de 229 homens condenados por estupro de crianças, publicado em Archives of Sexual Behavior, revelou que “oitenta e seis por cento dos criminosos [sexuais] contra pessoas do sexo masculino descreviam-se como homossexuais ou bissexuais”.

domingo, 11 de abril de 2010

Por quê a igreja católica insiste no CELIBATO


Por quê a ocorrência de tantos escândalos envolvendo padres pedófilos (fazem 900 anos) e por quê as crianças (recrutadas de suas familias para morarem com padres em sua casa paroquial, facilitando assim a pedofilia), vítimas de abuso sexual permanecem silenciosas durante décadas, em vez de informar seus pais imediatamente.

Jesus Cristo é o verdadeiro sacerdote e foi celibatário; então, a Igreja vê n'Ele o modelo do verdadeiro sacerdote que, pelo celibato, se conforma ao grande Sacerdote. Nisso Cristo está dizendo que os sacerdotes devem assumir o celibato, como Ele o fez, “por amor ao Reino de Deus”. O sacerdote deve ficar livre dos pesados encargos de manter uma família, educar filhos, trabalhar para manter o lar; podendo assim dedicar-se totalmente ao Reino de Deus. É por isso que, desde o ano 306, no Concílio de Elvira, na Espanha, o celibato se estendeu por todo o Ocidente, até que em 1123 o Concílio universal de Latrão I o tornou obrigatório (Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II e apresenta programas na TV Canção Nova).

O professor acima se esquece que Jesus faz parte da Trindade e que Deus não precisa de mulher, e que no ceu não se casam e não se dão em casamento, são como anjos Mat. 22:30. Como pode ser mais facil para um homem criado para procriar-se desvirtuado depois do pecado ter entrado no mundo dedicar-se totalmente ao reino de Deus. Lembre-se que Deus percebeu que Adão estava sozinho e que todos os animais tinham seus pares, resolvendo então dar-lhe uma companheira. Porque garotos (chamados coroinhas) moram em casas paroquiais com padres e não uma mulher como esposa e filhos?

Em 1073, Gregorio VII impôs o celibato. Definiu-se que o matrimônio dos sacerdotes era herético, porque os distraía do serviço ao Senhor e contrariava o exemplo de Cristo. Dezenas de historiadores supõem que a decisão de impor o celibato foi também um meio para evitar que os bens dos bispos e sacerdotes casados fossem herdados por seus filhos e viúvas em vez de beneficiar à Igreja. Em 1123 o Concilio de Letrán decretou a invalidade do matrimônio dos clérigos e, dezesseis anos mais tarde, o segundo Concilio de Letrán confirmou (artigo do escritor Tomás Eloy Martinez, publicado no jornal La Nacion de 09/05/2009) Isso trouxe a maior desgraça para a igreja católica conhecida como muitos dizem como a maior instituição de pedófilos do mundo.

A única esperança é um retorno ao verdadeiro Jesus Cristo, e à simplicidade do evangelho e aderência rígida à sua Palavra, à Bíblia e somente à Bíblia. Entretanto, sabemos que o Vaticano jamais dará essa volta de 180 graus, pois para o clero católico a tradição vale mais que as escrituras sagradas

sábado, 10 de abril de 2010

Enganos Satânicos nos Últimos Dias Sob o Disfarce do Cristianismo

Aqui posto apenas alguns dos muitos vídeos que estão na rede, onde vemos o charlatanismo misturado com zombaria, gritaria, espiritismo, apostasia e mistura de histeria com paganismo.

Nunca testemunhamos declínio religioso tão generalizado como no presente. Em verdade, a igreja deveria despertar e pesquisar a causa desta situação aflitiva; pois, como aflito é que deveria ser encarado este estado de coisas por todo aquele que ama a Sião. Verdadeira insolência, obstinação de pastores, quase sem precedentes.

Semelhante condição nunca prevalece presente no mundo evangélico hoje. As trevas espirituais que caem sobre as nações, igrejas e indivíduos, são devidas, não à retirada arbitrária do socorro da graça divina, por parte de Deus, mas à negligência ou rejeição da luz divina por parte dos homens de seus líderes, um cristianismo moldado as normas do mundo e esquecimento de Deus e Sua Palavra, tornou-se-lhes obscurecido o entendimento, e o coração mundano e sensual. Daí estarem em ignorância quanto ao advento do Messias e, em seu orgulho e incredulidade pregam estabilidade terrena.

Com Muitos se esforçam por explicar as manifestações espirituais (muita expulsão de demônios), tenham muitas vezes sido apresentados como manifestações genuínas, tem havido também assinaladas exibições de poder sobrenatural. As cenas chocantes e misteriosas com que se dão esses shows deespiritismo moderno, não são resultado de trapaça ou artifício humano, mas obra direta dos anjos maus, que assim introduziam um engano dos mais eficazes para a destruição das almas. Muitos serão enredados pela crença de que o espiritismo seja meramente impostura humana; quando postos em face de manifestações que não podem senão considerar como sobrenaturais, serão enganados e levados a aceitá-las como o grande poder de Deus.

Assistam e vejam que tais cenas jamais se deram com Jesus e que tal espirito de escárnio não pode vir de Deus. Estas pessoas não tomam em consideração o testemunho das Escrituras relativo às maravilhas operadas por Satanás e seus agentes. Foi por auxílio satânico que os magos de Faraó puderam contrafazer a obra de Deus. Paulo testifica que antes do segundo advento de Cristo haverá manifestações semelhantes do poder satânico.

A vinda do Senhor deve ser precedida da operação de Satanás "com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça". II Tess. 2:9 e 10.

E o apóstolo João, descrevendo o poder efetuador de prodígios que se manifestará nos últimos dias, declara: "Faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à Terra, à vista dos homens. E engana os que habitam na Terra com sinais que foi permitido que fizesse." Apoc. 13:13 e 14. Não se acham aqui preditas meras imposturas. Os homens são enganados por sinais que os agentes de Satanás têm poder para fazer, e não pelo que pretendam realizar.

Aproximamo-nos do fim da história terrestre, e Satanás está trabalhando como nunca antes. Ele está procurando atuar como dirigente do mundo cristão. Com uma intensidade que é incrível, está agindo com os seus enganosos prodígios. Satanás é representado andando em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar. Deseja envolver o mundo inteiro em sua confederação. Ocultando sua perversidade sob o disfarce do cristianismo, Ele assume os atributos de um cristão e alega ser o próprio Cristo. E G W - Manuscript Releases, vol. 8, pág. 346.

A Palavra de Deus declara que quando isso corresponder às intenções do inimigo, por meio de suas instrumentalidades ele manifestará tão grande poder, sob a aparência de cristianismo, que, "se possível fora, enganariam até os escolhidos". Mat. 24:24. E G W - Manuscrito 125, 1901."Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, 10 e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos.” II Tess. 2:9 e 10.

Lamentável...



Deboche