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sábado, 5 de junho de 2010

Descansando na Esperança

Após obter a visão da Terra da Promessa, Moisés morreu. Morreu retendo na memória a imagem da Terra Prometida!

Deus o sepultou na encosta do Monte Pisga. Nenhum monumento marca sua sepultura. Nenhuma esfinge. Nenhuma pirâmide. Ele havia escolhido alguma coisa melhor do que o Egito podia oferecer.

“[Moisés] prontamente trocou os monumentos e aplausos terrenos, os adornos, o poder e o prazer por uma recompensa em um reino invisível. Ele trocou cada moeda por um relacionamento vivo com Deus. Fez a melhor escolha. O que perdeu, não poderia manter para sempre; e o que ganhou, jamais perderá.”3

Ele morreu, mas morreu na esperança, arrolado entre aqueles que colocam sua esperança numa “superior ressurreição” (Hebreus 11:35). Tudo indica que Moisés experimentou a realidade da ressurreição antes de qualquer outra pessoa (veja Judas 9; Mat. 17:3).

Devemos reconhecer que durante nosso tempo de vida, podemos não enxergar em toda sua plenitude aquilo que aguardamos. No entanto, essa possibilidade não reduz a esperança que temos, pois o sono da morte é apenas uma noite enquanto aguardamos a manhã da ressurreição.

Na ultima vez que se dirigiu aos israelitas, Moisés lhes ofereceu uma canção – uma canção de promessa para o futuro (Deut. 32). Então, em Apocalipse 15, há a canção de Moisés e do Cordeiro – uma canção de adoração e vitória. Todos desejamos cantar essa canção, e, sem dúvida, a cantaremos quando nossa esperança for satisfeita. Não haverá nenhuma diferença, se estaremos descansando na sepultura ou vivos por ocasião da segunda vinda de Jesus.

Como mensageiros de Deus, prossigamos em nossa viagem, incentivando uns aos outros na esperança da Terra Prometida.

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