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sexta-feira, 4 de março de 2011

Que abominações praticam os falsos profetas, e como eles se apresentam

Isaías 65: 4 e 5. 66: 17. Dt. 14: 7 e 8. II Cor. 6: 17 e 18. Lev. 11: 26.
A primeira citação diz:
Eles comem carne de porco e caldo de coisas abomináveis nos seus vasos” e diz mais: “Retira te, e não te chegues a mim, porque sou mais santo do que tu”.

Eles se alimentam de coisas imundas, principalmente de porco e em suas mensagens condenam os outros e dizem falar com Deus e que são vasos do Espírito Santo e se julgam mais santos que qualquer outro. Mas no v. 5 Deus diz: “Estes são um fumo no meu nariz, um fogo que arde todo dia”. E Isaías 66:17 Deus diz: “Eles se santificam, e se purificam um após outros, os que comem carne de porco, e abominação, e rato, juntamente serão consumidos”.


Isto vai ser o fim das pessoas que trocam a palavra de Deus por explicações infundadas, que dizem que Jesus veio purificar o porco, quando na verdade Jesus veio salvar o homem e buscar os que se haviam perdido (Luc. 19:10). Mas sabemos que a estratégia de satanás é dizer que Deus não condena ninguém por causa do alimento, foi assim que ele enganou a Eva no começo da criação quando em forma de serpente disse à mulher: certamente não morrereis; mesmo tendo Eva dito que do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais (Gen. 3: 3 e 4). O objetivo de satanás e fazer o homem desobedecer a Deus, tanto é que Deus diz: Não comereis a carne do porco, e nem tocareis no seu cadáver Dt. 14: 8 e “Quem do imundo tirará o puro? Ninguém” Jó 14: 4, enquanto o falso profeta diz que após uma oração o porco estará limpo.


Mesmo assim é grande a multidão que segue após eles, mas é para se cumprir às escrituras que dizem: “a esse cuja vinda é segundo a eficácia de satanás, com o poder, e sinais e pródigos de mentiras, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem, e por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam na mentira, para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade” II Tss. 2: 9 – 12

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O mundo esta à beira da terceira depressão economica

A crise bancária de 2008 tem algumas conotações interessantes e que chamam a atenção de quem estuda profecias e ao mesmo tempo entende alguma coisa de economia, escatologia, ciência política e estratégias de governo. Ela foi desencadeada por mudanças no comportamento de milhões de famílias e consumidores americanos. Eles deixaram de poupar para gastar mais que ganhavam. Além disso, os bancos resolveram emprestar a pessoas sem capacidade de endividamento do tamanho do empréstimo que fizeram. Como os juros eram baixos, muitos se endividaram além do razoável, para assim enriquecer de modo fácil. E os bancos, por sua vez, revenderam as respectivas hipotecas a outros bancos da Europa e da Ásia. As agências de risco disseram que essas hipotecas eram de primeira linha. Mas quando os devedores, super endividados, não pagaram seus compromissos, e eles foram em número altíssimo, os bancos que possuíam tais títulos podres, viram-se em aperto e alguns faliram. O mundo esteve à beira de um abismo econômico, ou seja, de uma depressão severa, que foi evitada com o aporte de quase U$12 trilhões de dinheiro público da parte de nações ricas. Isso contribuiu para que a dívida pública dessas nações aumentasse, e hoje temos países ricos, pela primeira vez na história da humanidade, exageradamente endividados. A tendência para a próxima crise, que pode ser a última, é a terceira depressão econômica, quando países ricos decretarem moratória, ou se ocorrer algo parecido, e isto é outro fato inédito no mundo. Isso pode ocorrer por volta do decreto dominical. Enfim, o cenário final está se estruturando, e JESUS está cada vez mais próximo de retornar. Quando os Estados Unidos for induzido a repudiar todos os principios de sua constituição é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e o dia de reposo papal será tornado obrigatório pela autoridade combinada da igreja e do estado. Háverá uma apostasia nacional que só terminará em apostasia nacional. Estamos mesmo no limiar do tempo de angustia, e acham-se diante de nós perpexidades com que dificilmente sonhamos. Em breve surgirá grande perturbação entre as nações que não cessará até que Jesus venha.

Acham-se diante de nós tempos difíceis, os juizos de Deus estão a caier sobre o mundo. As nações da terra deverão tremer, haverá provas e perplexidades por toda a parte e o coração dos homens se desfalecerá de temor. Uma intensidade qual nunca antes se viu parece estar-se apoderando do mundo em muitos sentidos; nos divertimentos, no ganhar dinheiro, nas lutas pelo poderio, na própria luta pela existência, há uma força terrivel que absorve o corpo, o espirito e a alma. Em meio dessa corrida louca, Deus fala. Ele ordena que fiquemos à parte e tenhamos comunhão com Ele:

'' Aquietai-vos e sabeis que Eu sou Deus " Sal. 46:10

sábado, 8 de janeiro de 2011

PAPA, AGENTE DA MARCA

Será o dia de domingo imposto como obrigatoriedade de guarda para os cidadãos do mundo?
A escritora Ellen White em 1997 já previa o que estamos vivendo hoje, o fato de sermos coagidos (e o seremos por força do estado) a guardar um dia acreditando que com isso contribuiremos para a salvação do planeta terra.

Se a iluminação da verdade vos foi apresentada, revelando o sábado do quarto mandamento, e mostrando que não há na Palavra de Deus fundamento para a observância do domingo, e não obstante vos apegais ao falso dia de repouso, recusando santificar o sábado a que Deus chama "Meu santo dia", (Isa. 58:13) recebeis o sinal da besta. Quando ocorre isso? Ao obedecerdes ao decreto que vos ordena deixar de trabalhar no domingo e adorar a Deus, conquanto saibais que não existe na Bíblia uma única palavra que mostre não passar o domingo de um dia comum de trabalho, consentis em receber o sinal da besta, e rejeitais o selo de Deus. Review and Herald, 13 de julho de 1897

A ICAR se empenha fortemente nisso com o papa pregando o domingo pelo mundo como sendo a única forma de aplacar a ira divina para as calamidades que acontecem hoje, contra a destituição do casamento, contra a violência e os atos anti-sociais que assistimos todos os dias.

Ela também cita que há outro ser responsável por isso, este ser chamado de satanás inspira os homens a unir-se numa confederação do mal, para perturbarem e atormentarem o povo de Deus, causando-lhe grande aflição. O mundo todo há de ser instigado à inimizade contra os adventistas do sétimo dia, porque eles não rendem homenagem ao papado, honrando o domingo, instituição desse poder anticristão. É desígnio de Satanás fazer com que eles sejam exterminados da Terra, a fim de que não seja contestada sua supremacia no mundo.

Na missa do último dia de sua viagem à Áustria - O domingo não é um «preceito», mas «uma necessidade interior, explicou Bento XVI durante a missa celebrada este domingo na catedral de Santo Estevão de Viena, no último dia de sua viagem à Áustria. Cerca de 40 mil pessoas acompanharam por telões a eucaristia desde a praça contígua ao templo, que ficou muito pequeno. Muitos fiéis usavam capas amarelas para se defender de uma forte chuva e do frio.

Em sua homilia, Bento XVI repetiu a frase pronunciada pelos mártires de Abitinia, cidade da província romana da África Proconsular, atual Tunísia, no ano 303, que responderam à proibição do imperador Diocleciano de reunirem-se para celebrar a eucaristia com esta frase: Sem o domingo não podemos viver. O domingo, em nossas sociedades ocidentais, converteu-se em um fim de semana, em tempo livre, reconheceu o Santo Padre.
O tempo livre, especialmente em meio à pressa do mundo moderno, é certamente algo belo e necessário. Mas se o tempo livre não tem um centro interior que ofereça uma orientação de conjunto, acaba convertendo-se em tempo vazio que não reforça nem oferece descanso.
O tempo livre tem necessidade de um centro, o encontro com Aquele que é nossa origem e nossa meta, acrescentou.

Em sua saudação inicial, o cardeal Christoph Schonborn, arcebispo de Viena, havia explicado ao Papa que há tempos acontece na Áustria um «amplo movimento» em «defesa do domingo das tendências de esvaziamento do significado deste dia».
Recordando o exemplo dos primeiros cristãos, Bento XVI explicou que para eles a missa dominical não era vista «como um preceito», «mas como uma necessidade interior».

«Também nós temos necessidade do contato com o Ressuscitado, que nos apóia até depois da morte. “Temos necessidade deste encontro que nos reúne que nos dá um espaço de liberdade, que nos permite olhar mais além do ativismo da vida cotidiana para contemplar o amor criador de Deus, do qual procedemos e para o qual estamos a caminho».

Agora, o Papa explicou que o domingo recorda o último dia da criação de Deus, como é narrado no Gênesis.
«Por este motivo, o domingo também é na Igreja a festa semanal da criação, a festa da gratidão e da alegria pela criação de Deus».
«Em uma época na qual por causa de nossas intervenções humanas a criação parece exposta a muitos perigos, temos de acolher conscientemente esta dimensão do domingo», propôs.

Após a missa, o Papa rezou o Ângelus na praça contígua. À sua passagem, os peregrinos agitaram lenços amarelos e bandeiras de diversos países – entre eles Israel e Irã –, chamando o nome do pontífice em italiano


Você ainda vai discordar da profecia Bíblica:

E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres livres e servos, lhes sejam posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,

Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Apocalipse 13: 16 e 17.

Devemos manter sacratíssima a fé que tem sido comprovada pela instrução e aprovação do Espírito de Deus desde o nosso surgimento até ao presente. Devemos ter por muito preciosa a obra que o Senhor tem feito progredir por meio do Seu povo observador dos mandamentos, e que, pelo poder da Sua graça, se tornará mais forte e mais eficiente à medida que o tempo avança. Busca o inimigo nublar o discernimento do povo de Deus, e reduzir-lhe a eficiência, mas se trabalharmos sob a direção do Espírito de Deus, Ele lhes abrirá portas de oportunidade para o trabalho de edificação dos lugares antigamente assolados. Sua experiência será de crescimento constante, até que, com poder e grande glória, o Senhor desça do Céu para aplicar aos Seus fiéis o selo da vitória final. Igreja Remanescente, pag. 80